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Aedes aegypti passa a ser combatido em Palmas com novo larvicida; divulga Semus

Foto: Raiza Milhomem/Prefeitura de Palmas

Por João Pedro Gomes

Os agentes de combate às endemias da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) de Palmas já iniciaram o uso do novo larvicida – Espinosade, composto por Espinosina A + Espinosina D, nas residências da Capital que foram visitadas. O novo produto é indicado especificamente para controle das larvas do mosquito Aedes aegypti. Possui rápida degradação no ambiente e não é persistente, tendo sua meia vida reduzida a menos de um dia em ambientes naturais. 

Conforme o gerente da Unidade de Vigilância e Controle de Zoonoses (UVCZ) da Semus, Auriman Cavalcante, o produto inibe o crescimento do vetor, desta forma o seu uso permite um controle maior de larvas, reduzindo ainda mais os riscos de intoxicação e contaminação. 

“Todos os agentes de endemias do município e a equipe técnica que atua no controle e combate ao Aedes aegypti passaram por capacitações para o manejo adequado do biolarvicida Espinosade, produto que substituirá o piriproxifem anteriormente utilizado na Capital para o combate à proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya”, observa o gerente. 

Auriman reforça que o produto não apresenta riscos à saúde humana, não é mutagênico e nem carcinogênico, ou seja, não apresenta risco de desenvolvimento de cânceres ou mesmo doenças neurológicas. 

Visita

O gerente da UVCZ orienta a população a atender às solicitações dos agentes de Endemias no momento da visita na residência. “Se tiver dúvida, aproveite a presença do agente para esclarecer. O controle domiciliar, através da remoção de locais onde possa acumular água, é de suma importância para a diminuição de possíveis criadouros do mosquito da dengue”, lembra.

O gerente explica ainda que o novo larvicida vem em forma de tablete (pastilha) com duas camadas de aplicação para depósitos de água. Uma camada efervescente superior para ação imediata e uma camada inferior de liberação lenta para ação residual de até 60 dias. “O biolarvicida é recomendado  para tratar somente os criadouros do Aedes Aegypti e Aedes albopictus que não possam ser eliminados ou manejados de outra forma. 

De acordo com a UVCZ, o produto é transportado na cartela original até o momento da aplicação. Se a pastilha tiver sido fracionada, a mesma é transportada em um recipiente pequeno de plástico com tampa. “O biolarvicida pode ser usado para tratar recipientes de água para consumo humano”, diz o gerente.

O novo larvicida 

O Espinosade é um biolarvicida de ingrediente ativo (Espinosina A + Espinosina D), que são metabólitos mais ativos produzidos pela fermentação biológica da bactéria Saccharopolyspora spinosa, um organismo de ocorrência natural no solo. O produto é indicado especificamente para controle das larvas desses mosquitos, possui rápida degradação no ambiente e não é persistente, tendo sua meia vida reduzida a menos de um dia em ambientes naturais.

(Secom)

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