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Brasil atinge marca de 600 mil mortos por Covid-19 na última sexta-feira, 08

Foto: Reuters

Por João Pedro Gomes

O Brasil atingiu, na última sexta-feira (08), a marca de 600 mil mortes decorrentes da Covid-19. A notícia foi divulgada pelo Ministério da Saúde ainda no fim da semana, e vários atos por todo o país lembraram das vidas perdidas pela doença, como na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

O senador Omar Aziz (PSD-AM), presidente da CPI da pandemia, por exemplo, lamentou o fato por meio das redes sociais: “Muitas dessas mortes poderiam ter sido evitadas, caso a vacinação tivesse começado antes e outras medidas fossem adotadas para amenizar o contágio. O Senado, então, instalou a CPI e, além da aceleração da vacinação reduzindo a velocidade dos contágios, temos a responsabilidade de evitar que isso se repita. Faremos o nosso trabalho”, escreveu.

Já o deputado federal Marcelo Freixo (PSB-RJ), utilizou seu espaço em uma rede social para criticar a gestão atual: “No dia em que chegamos a 600 mil mortes, o ministro da Saúde, mais uma vez, ataca o uso de máscaras. E vocês achando que Pazuello era o fundo do poço”, disse por meio do twitter.

A atleta Carol Solberg, ao lado de Bárbara Seixas, ao vencer o jogo em que disputava para chegar à final do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia, realizado na Urca, também fez críticas ao governo: “A gente não pode esquecer… A gente completou ontem 600 mil mortes por covid. Acho que os torneios não podem passar sem a gente estar falando sobre isso. A gente tem um presidente que está defendendo o tratamento precoce nessa altura do campeonato. Isso é muito sério. Me dói muito ver o Brasil sendo representado por isso”.

Pandemia no Brasil

17 de março de 2020 é uma data histórica no Brasil. Nela, foi confirmada a primeira morte por Covid-19 no país, e 5 meses depois, em agosto, a marca de 100 mil mortes já havia sido atingida. Neste ano, em janeiro, o número de 200 mil óbitos se fez presente, e ainda pior, acelerou. Em março, 300 mil; já em abril 400 mil. 

Graças à vacinação, o ritmo de contágio desacelerou, mas ainda assim a marca de 500 mil mortes foi atingida em junho deste ano. Agora, em outubro, o país chegou às 600 mil vidas perdidas em decorrência do vírus. Mães, pais, avós, tias, tios, irmãos, primos e amigos se foram neste período, deixando um imenso vazio na vida dos que ficaram. 

Revisão por Ivan Trindade

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