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Lei que cria Parque Agrotecnológico do Tocantins é sancionada pelo Governador Carlesse

Imagem: Divulgação

Por João Pedro Gomes

Foi divulgada pelo Governo do Tocantins na última sexta-feira (30), por meio do Diário Oficial do Estado, a Lei nº 3.803, instaurando a criação do Parque Agrotecnológico do Tocantins, um espaço exclusivo para atividades e pesquisas no ramo do agronegócio, feiras, exposições, eventos e etc. O Parque irá residir no mesmo local em que acontece, há mais de 20 anos, a Feira Agrotecnológica do Tocantins (Agrotins), uma das maiores do país. 

A lei, sancionada pelo governador Mauro Carlesse (PSL), possibilita também que sejam realizadas parcerias com o público privado para ações no Parque Agrotecnológico, o que o gestor afirma que servirá como estimulante para a economia do Estado, como formalização de negócios lucrativos e geração de empregos. 

Claudinei Quaresmin, secretário de Parcerias e Investimentos do Tocantins, afirmou: “A parceria com a iniciativa privada vai garantir diversos ganhos para o Governo e a população tocantinense, como a economia dos recursos públicos que são gastos na gestão e conservação do espaço; a realização de investimentos privados na modernização e ampliação da infraestrutura do Parque; e a promoção de diversos eventos ao longo do ano, fortalecendo o agronegócio e o setor de turismo, gerando centenas de novos empregos”. 

Falando sobre a Feira, o secretário informou: “Trata-se de um espaço que tem grande potencial, mas que vem sendo subutilizado. Não podemos nos contentar em ter uma área como aquela, para realizar apenas um evento por ano. O Tocantins é um Estado vocacionado para o agronegócio e pode ir muito além da Agrotins”. 

A concessão, que ainda está em fase inicial, faz parte do Programa de Parcerias e Investimentos do Tocantins – Tocantins-PPI, que irá atuar na fase de estudos de modelagem, qualificada pelo Conselho do Programa e autorizada pelo governador. Após isto, o Governo do Tocantins irá avaliar os estudos realizados de forma exclusiva pela empresa que fizer a Manifestação de Interesse Privado (MIP). Depois disso, o projeto será apresentado à população e setores impactados direta e indiretamente, o que busca garantir a participação social de forma democrática.

Revisão por Ivan Trindade

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