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Mauro Carlesse anuncia retomada de aulas presenciais no Estado

Imagem: Esequias Araujo/Governo do Tocantins

Por João Pedro Gomes

Foram apresentadas pelo governador Mauro Carlesse (PSL), ao Comitê de Crise e Prevenção à Covid-19, nesta quinta-feira (13), medidas de flexibilização para retomada das atividades do serviço público e das aulas presenciais nas redes pública e privada. O texto anunciando as regras deve ser divulgado no Diário Oficial desta sexta-feira, 14. 

De acordo com o governador, as medidas de flexibilização são possíveis porque uma redução maior que 30% das internações em leitos clínicos e UTI Covid-19 foi registrada desde março no Tocantins. Outra justificação é que as filas de espera estão zeradas e em breve serão ampliados os leitos em Paraíso do Tocantins e Gurupi.

Além disso, as escolas deverão seguir uma série de regras sanitárias recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e elaboradas pelo Governo do Estado para garantir que o SARS-CoV-2 não se propague. Dentre elas está o retorno gradual das atividades presenciais, com apenas 50% da capacidade das salas de aula. A vacinação dos profissionais da educação também já é uma realidade e mais de 3,5 mil professores já estão imunizados por serem prioridade; a expectativa é que outros também recebam as doses do imunizante conforme a campanha estiver avançando. 

Já os servidores públicos deverão manter as medidas de distanciamento, higiene e proteção, com divisão de equipes para evitar aglomerações. Será mantida jornada de 6 horas de trabalho, todavia, as secretarias também podem adotar a estratégia de revezamento, dividindo os serviços e os grupos em dois turnos.

Carlesse fez questão de frisar que as medidas não deverão afrouxar a proteção e preocupação das pessoas: “Não vamos afrouxar, vamos apertar mais ainda. Precisamos de toda a força, principalmente agora. Vamos retomando aos poucos as atividades normais que o Estado precisa. Sei da dificuldade e custo disso. Mas peço, que todas as nossas forças de segurança sejam firmes com essas aglomerações que não são permitidas”, pontuou.

Revisão por Ivan Trindade

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