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Projeto do Ministério da Saúde distribuirá coleiras contra calazar em algumas quadras de Palmas

Imagem: Divulgação

Por João Pedro Gomes

O Ministério da Saúde escolheu Palmas para ser a primeira recebedora de um projeto-piloto que prevê a colocação de coleiras repelentes contra o mosquito da leishmaniose em cães. A ação ocorrerá em alguns bairros selecionados, mas sua área principal de atuação é na região norte da cidade. 

O projeto recebeu o nome de Programa Federal de Controle da Leishmaniose Visceral (Calazar), e tem como objetivo encoleirar em massa cães com coleiras impregnadas com deltametrina a 4%, inseticida recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para controle da doença. 

A doença é popularmente conhecida como calazar, e apesar dos principais afetados serem cães, também é transmissível para humanos. Neste ano, em Palmas, já foram registrados sete casos de leishmaniose visceral em humanos, sendo que destes, um veio a óbito.

Ao todo 132 municípios do Brasil foram selecionados para participarem do programa; A Secretaria Municipal de Saúde (SEMUS) de Palmas informou que 35 profissionais serão treinados para compor as equipes de Encoleiramento dos Cães. As nove quadras selecionadas da capital são: ACSU-NO (301N), Arno 31 (303N), Arno 32 (305N), Arno 33 (307N), ACSU-NO (401N), Arno 41 (403N), Arno 42 (405N) e Arno 43 (407N) e no Jardim Aureny III.

A escolha dos bairros se deu a partir de critérios como alto risco de transmissão da doença, alta vulnerabilidade socioeconômica, frequência anual e número de casos da doença comparado à média do município. A previsão de início é ainda este ano, e as coleiras serão distribuídas de casa em casa, aos cães que os testes constarem negativo para a doença. 

Revisão por Ivan Trindade

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