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Terceira dose de vacina contra a Covid-19 será aplicada em idosos e imunossuprimidos a partir de setembro

Imagem: Raiza Milhomem/Prefeitura de Palmas

Por João Pedro Gomes

A terceira dose da vacina contra a Covid-19 começará a ser aplicada em idosos e imunossuprimidos (pessoas com baixa imunidade) a partir de 15 de setembro, divulgou Marcelo Queiroga, ministro da Saúde. As vacinas aplicadas serão Pfizer, AstraZeneca e Janssen (que seriam de dose única). 

De início, a dose de reforço é indicada para idosos que já completaram esquema vacinal há mais de seis meses e 28 dias após a segunda dose dos imunossuprimidos. Esse segundo público, inclusive, abrange pessoas com câncer, HIV, transplantados e que possuem sistema imune fragilizado.  

Além disso, o Ministério da Saúde divulgou também que o intervalo entre as doses da Pfizer e AstraZeneca será alterado de 12 semanas para 8 semanas, reduzindo o espaço de tempo entre elas quatro semanas. 

A dose de reforço já é uma realidade em outros países, como Israel e Chile. Recentemente, os Estados Unidos também anunciaram a terceira dose para a partir de setembro. O Uruguai, por exemplo, já começou a oferecer a terceira dose (da Pfizer) para as pessoas que se imunizaram com a CoronaVac. 

Estudos recentes britânicos apontam que a imunização contra a Covid-19 fornecida por duas doses das vacinas Pfizer e AstraZeneca começam a diminuir após seis meses, o que ressalta a importância de doses de reforço. O professor-associado de Microbiologia Celular da Universidade de Reading (que não se envolveu no estudo) ressaltou a importância da 3ª dose: “Isso é um lembrete de que não podemos contar só com as vacinas para evitar a disseminação da covid-19”.

Revisão por Ivan Trindade

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