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Unidades do sistema socioeducativo retomam aulas no Tocantins

Foto: Ascom Seciju

Por Ivan Trindade

As aulas nas unidades socioeducativas do Tocantins foram retomadas no mês de maio. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju). De acordo com o órgão, a medida segue acompanhando o calendário da Rede Estadual de Ensino. As aulas são ministradas por meio do ensino híbrido utilizando a tecnologia em favor da garantia do direito à educação dos adolescentes em cumprimento de medida, com a participação integral do público atendido pelas Unidades e cumprindo todas as recomendações dos Órgãos de Saúde para evitar contaminações pela Covid-19.

Gilberto da Costa Silva, superintendente de Administração do Sistema de Proteção dos Direitos da Criança e do Adolescente da Seciju, ao pontuar que a educação no Sistema Socioeducativo é uma das principais demandas levantadas pelo Governo. “Toda a Gestão está empenhada em trazer as melhores condições para que os adolescentes não sejam prejudicados pela atual situação pandêmica”, afirmou.

Entenda

Conforme a responsável pelo Núcleo Pedagógico do Sistema Socioeducativo do Tocantins, Edna Castro, a equipe que hoje está empenhada em oferecer as aulas, tem buscado alternativas que garantam a oferta de ensino de qualidade e saúde aos adolescentes, servidores e professores. “A princípio foi adotado o ensino remoto com a entrega de bloco de atividades quinzenais aos adolescentes mediada pelo agente especialista Socioeducativo da área da Pedagogia. Contudo, desde o final do ano passado, foi adotado o ensino híbrido, em que o adolescente recebe as atividades quinzenais e duas vezes na semana têm aula virtual, por meio da plataforma Google Meet. É o ensino mediado com o auxílio da tecnologia”, disse.

Ainda de acordo com Edna Castro, seguem abertas as matrículas pelo Núcleo Pedagógico do Sistema Socioeducativo do Tocantins. “Manteremos as matrículas abertas para incluir aqueles adolescentes que chegarem nas unidades, uma vez que este é um dos pré-requisitos para o cumprimento da medida, garantindo assim seu direito de acesso ao ensino, previsto no Estatuto da Criança do Adolescente e na Lei do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo”, pontuou.



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