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Vida voltando ao normal: atividades escolares presenciais tornam a ocorrer de forma 100% presencial em Palmas

Imagem: Raiza Milhomem/Prefeitura de Palmas

Por João Pedro Gomes

A sensação de conviver diariamente sem restrições, abraçar pessoas queridas e realizar tarefas que pareciam simples foi suspensa durante a pandemia de Covid-19. Ir à escola de maneira presencial não era uma realidade para estudantes e profissionais da educação. Contudo, aos poucos, as coisas estão voltando a ser como eram até fevereiro de 2020.

Exemplo disso é que as atividades 100% presenciais nas escolas da rede municipal de ensino de Palmas retornaram no dia 04 deste mês de outubro. Segundo a Prefeitura, todas as 78 unidades educacionais do município estão seguindo uma série de protocolos sanitários visando evitar a proliferação dos casos de Covid-19. 

Por meio de um comunicado, a gestão afirmou também que se baseou na diminuição considerável do número de casos confirmados de Covid-19, além do avanço na vacinação da população geral. Desta forma, os estudantes retomaram o calendário escolar comum e deixaram medidas como divisão de turmas e sistema híbrido de aulas, que eram adotadas desde o mês de agosto. Agora, as aulas já estão ocorrendo de forma presencial de segunda a sexta-feira com turmas cheias. 

Apesar disso, o retorno presencial não é obrigatório, como consta na portaria 0299/21 do Diário Oficial do Município do dia 29 de setembro. Pais que optarem pelo não retorno dos filhos ou alunos com comorbidades poderão acompanhar as aulas pela ferramenta Palmas Home School ou por transmissão via Youtube, mediante a assinatura de um terno de ciência e aceitação das atividades remotas.

Medidas sanitárias

De acordo com a Prefeitura de Palmas, todas as escolas foram adaptadas para que a proteção de todos os envolvidos esteja garantida. Diversos protocolos sanitários de segurança, como totens com álcool em gel, aferidores de temperatura, tapetes sanitizantes, pias com água e sabão para a lavagem das mãos, e marcas no chão para manter distância são exemplos disso.

Os profissionais da educação, mesmo vacinados, devem utilizar máscara durante todo o período que estiverem dentro da escola, além de higienizar as mãos com álcool em gel e não manter contato físico. 

Imagem: Divulgação/;Governo do Tocantins

Formato Híbrido agora é passado

O retorno às aulas de maneira presencial no Tocantins neste ano foi uma verdadeira montanha-russa. No início do ano, houve um breve retornamento no estado, contudo, com a nova onda da Covid-19, logo foi suspenso. Em agosto, com a queda de casos, as unidades escolares puderam regressar em formato híbrido.

Os estudantes se revezavam entre o formato presencial e virtual, de forma que metade de cada turma iria até a unidade de ensino e durante uma semana acompanhava as atividades em presença (claro, seguindo uma série de protocolos para evitar a transmissão do vírus), enquanto a outra metade podia acompanhar as aulas de casa. Na semana seguinte, havia um revezamento, e as pessoas que tinham ficado de casa deveriam ir até a escola, oportunizando as outras a acompanharem o conteúdo de forma online.

Vale reiterar que com o avanço da vacinação no estado, a transmissão da Covid-19 vem caindo a níveis muito otimistas. Até o momento que esta matéria foi escrita, mais de 1.516.719 doses de imunizantes contra o coronavírus foram aplicados em território tocantinense, de acordo com a Secretaria Estadual da Saúde (SES), possibilitando, desta forma, que grande parte das atividades voltem a funcionar. Inclusive, mais de 45 municípios tocantinenses conseguiram zerar os casos de Covid-19. 

A imunização dos profissionais da saúde aconteceu ainda em junho deste ano. Após isso, a população em geral passou a se vacinar gradualmente contra o vírus, até que em setembro os adolescentes com idade entre 12 a 15 anos com e sem comorbidades puderam também se imunizar. A Prefeita Cinthia Ribeiro (PSDB) publicou a notícia por meio das redes sociais na data. “Decisão do STF hoje: Estados municípios e DF têm autonomia p/ decidirem sobre a vacinação dos adolescentes de 12 a 17 anos, sem comorbidades. Ministro Lewandowski citou q/ a imunização dos jovens é relevante p/ volta as aulas presencias. Venceu a ciência!#VacinaParaTodos [sic]”, escreveu.

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